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Hospital Principal do Uíge precisa de mais especialistas

Valter Gomes|Uíge

O serviço de estomatologia do Hospital Geral do Uíge necessita de pelo menos dez técnicos e dois médicos para garantir melhorar  prestação dos serviços prestado ao público, disse ontem ao Jornal de Angola, o responsável da área. 

Falta de higiene oral dos pacientes permite o surgimento que provocam a cárie
Fotografia: Mavitidi Mulaza

Manuel Silvestre Miguel afirmou que a área de estomatologia do Hospital Geral do Uíge funciona com apenas dois médicos e três técnicos que atendem, em média, 40 doentes pacientes.
O Hospital Central do Uíge é a única unidade da província com dentistas, mas enfrenta dificuldades de vária ordem para dar resposta às inúmeras solicitações. Nos municípios, os serviços de estomatologia não funcionam por falta de técnicos.
O chefe do serviço de estomatologia do hospital solicitou mais celeridade no processo de contratação de técnicos capazes de ajudar a combater os inúmeros casos que sirgem todos os dias.  Manuel Miguel reprovou o comportamento de muitos pacientes que dão prioridade ao tratamento tradicional, em vez de recorrerem aos hospitais. “Os pacientes que assim se comportam criam muitas dificuldades, porque só chegam ao hospital depois de verem agravados o problema de saúde. Alguns chegam mesmo a morrer por chegada tardia ao
O responsável da estomatologia aconselhou a população a reduzir os doces, não beber água gelada, lavar os dentes antes e depois das refeições, visto que a falta de higiene oral facilita o desenvolvimento das bactérias que danificam os dentes.
O serviço necessita de novos equipamentos: “Necessitamos de cadeiras, materiais cirúrgicos para efectuar extracções dentárias e estufas para esterilização do material”, revelou.

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