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ISCED aposta na formação de quadros para assegurar melhor serviço público

Valter Gomes | Uíge

O director-geral adjunto para os assuntos científicos do Instituto Superior de Ciências de Educação (ISCED), no Uíge, Manuel Zangala, disse que a instituição está apostada em apetrechar a província de quadros competentes.

O director-geral adjunto para os assuntos científicos do Instituto Superior de Ciências de Educação (ISCED), no Uíge, Manuel Zangala, disse que a instituição está apostada em apetrechar a província de quadros competentes.
Esta pretensão tem em vista corresponder às necessidades do Governo Provincial, de reforçar as várias instituições que garantem o crescimento equilibrado da província do Uíge e arredores.
Para Manuel Zangala, o ISCED tem a missão de preparar profissionais de qualidade, com capacidade para formarem outros quadros de diversas áreas e está a contribuir, ao seu nível, para o desenvolvimento da província e da Nação em geral. Desde a sua criação, a 28 de Agosto de 1997, o ISCED já lançou para o mercado de emprego um total de 662 professores licenciados.
Neste momento, mais de 800 finalistas aguardam pela apresentação dos trabalhos de fim do curso.

Alunos matriculados


O ISCED do Uíge tem, este ano lectivo, um total de 4.832 estudantes matriculados, a frequentarem os cursos de Matemática, Química, Geografia, História, Língua Portuguesa, Física, Biologia, Psicologia, Pedagogia, Filosofia, Fran­cês e Inglês. As aulas são asseguradas por 77 docentes, número ainda considerado insuficiente para atender à grande procura de estudantes.  Manuel Zangala recordou que a riqueza de um povo não assenta apenas nos recursos naturais, infra-estruturas económicas e sociais, mas também nos seus recursos humanos, porque o desenvolvimento de u­ma região só é possível com a presença de pessoas qualificadas profissionalmente.
“Só quem sabe tem o poder e a capacidade de transformar com competência os recursos naturais, para o bem-estar da humanidade”, disse Manuel Zangala.
O crescimento da população universitária na província do Uíge, que faz parte da sétima região académica, juntamente com o Kwanza-Norte, é de cerca de 13 por cento.

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