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Jornal de Angola vence prémio no Uíge

Moniz Muquembele | Uíge

O jornalista José Bule, director provincial das Edições Novembro, empresa proprietária do Jornal de Angola, venceu na sexta-feira a primeira edição do Prémio de Jornalismo do Uíge, numa gala de premiação, promovido pela Direcção Provincial da Comunicação Social.

Administradores da Edições Novembro Catarina Cunha e Eduardo Minvu posam com os galardoados do primeiro prémio provincial
Fotografia: Mavitidi Mulaza

Na posição imediata, ficou a jornalista Cecília João, da Rádio Uíge, apresentadora do programa em língua nacional kicongo.
As menções honrosas foram atribuídas aos repórteres António Capitão da Silva, do Jornal de Angola, e Valter Gomes, da Agência Angola Press.
Pela distinção, José Bule recebeu das mãos da vice-governadora para a área política e social, Maria da Silva e Silva, um cheque no valor de 600 mil kwanzas, um certificado de mérito e uma estatueta do pensador. A jornalista Cecília João recebeu um cheque no valor de 400 mil kwanzas, António Capitão e Valter Gomes foram contemplados, cada um, com 100 mil kwanzas, pela menção honrosa. O valor global do Prémio Provincial de Jornalismo do Uíge é 1,2 milhão de kwanzas.
A vice-governadora Maria da Silva e Silva felicitou os profissionais premiados e toda a classe jornalística da província do Uíge e alertou os profissionais galardoados para as responsabilidades atribuídas pelos prémios conquistados.
“Devem continuar a trabalhar cada vez mais para mostrarem às pessoas que o prémio de hoje será melhor amanhã”. O director provincial da Comunicação Social no Uíge, Andeiro João, apelou aos jornalistas no para continuarem a trabalhar na divulgação da nova imagem que a província apresenta e combaterem a má percepção que as pessoas ainda possuem.
 “O prémio de jornalismo agora é definitivo. Vamos, a partir deste momento, atribuir todos os anos, à semelhança de outras províncias, pelo reconhecimento do trabalho dos jornalistas”, declarou.
O jornalista José Bule salientou que o facto de ter sido distinguido como vencedor não significa que seja o melhor jornalista da província e reconhecer existirem outros bons profissionais.
“Estou feliz por ter sido distinguido no meio de tantos colossos do jornalismo angolano. Mas quero dizer que é a minha obra que foi distinguida e não que eu seja o melhor”, afirmou o jornalista.

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