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População do Bungo ganha novo hospital

Nicodemos Paulo|Bungo

Paulo Samuel, chefe da repartição municipal do Bungo da Saúde, disse sábado ao Jornal de Angola, que as obras da maior unidade sanitária do município já estão concluídas e aguardam apenas pelo apetrechamento para serem inauguradas.

 
Paulo Samuel, chefe da repartição municipal do Bungo da Saúde, disse sábado ao Jornal de Angola, que as obras da maior unidade sanitária do município já estão concluídas e aguardam apenas pelo apetrechamento para serem inauguradas.
“A entrada em funcionamento do novo hospital vai ajudar a melhorar a assistência à população, uma vez que a rede sanitária do Bungo é composta, apenas, por dez postos de saúde e um centro médico”, disse Paulo Samuel, acrescentando que “temos dois médicos estrangeiros e 30 enfermeiros, que atendem uma população estimada em mais de 30 mil habitantes”.
Segundo Paulo Samuel, dois projectos de saúde, um antivectorial e outro de assistência domiciliar, estão a ser materializados com êxito no Bungo, localidade que dista 81 quilómetros da cidade do Uíge.
O responsável da Saúde do Bungo disse que o projecto de assistência domiciliar permitiu a extensão dos serviços de saúde em todas as aldeias do município, onde foram distribuídos mosquiteiros impregnados.
“Estamos a realizar campanhas de pulverização para impedir a propagação de mosquitos e moscas, que são portadores de várias doenças. Uma equipa de técnicos visita regularmente as populações que habitam nas localidades mais recônditas do município”. Paulo Samuel referiu que as crianças das localidades mais recônditas foram vacinadas e foi possível promover consultas pré-natais, realizar testes voluntários de HIV/Sida e desenvolver acções de controle da tensão arterial dos munícipes.
Para que haja uma cobertura completa e integral do sector da Saúde no município do Bungo, Paulo Samuel defende a necessidade de construção de mais postos de saúde e a reabilitação das unidades existentes, para além do aumento do número de enfermeiros e médicos.
Devido às características climáticas e à falta de água potável na região, os munícipes locais são propensos a doenças diarreicas agudas e ao paludismo.

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