Províncias

Produção agropecuária no Uíge activada pela fazenda Talismã

António Capita | Sanza Pombo

A fazenda Talismã, com mais de cinco mil hectares de terras aráveis, localizada no perímetro agrícola de Lusselua, no município de Sanza Pombo, Uíge, está a atingir níveis aceitáveis de produção agropecuária na região, disse ontem, ao Jornal de Angola, o seu responsável.

Projecto garante dezenas de postos de trabalho para a população local contribuindo desta forma para a redução da fome e da pobreza
Fotografia: Filipe Botelho

A fazenda Talismã, com mais de cinco mil hectares de terras aráveis, localizada no perímetro agrícola de Lusselua, no município de Sanza Pombo, Uíge, está a atingir níveis aceitáveis de produção agropecuária na região, disse ontem, ao Jornal de Angola, o seu responsável.
Caramo Júnior adiantou que estão a ser cultivadas grandes quantidades de milho, mandioca, limão, laranja, tangerina e manga. A par disso, possui um aviário onde estão a ser criadas galinhas poedeiras e de produção de ovos, além de numerosos suínos para posterior comercialização. Na fazenda está a ser instalada uma fábrica de ração animal, cujo projecto visa a rentabilização e diversificação das actividades desenvolvidas pelo Grupo Talismã, proprietária da Fazenda. “São projectos que garantem dezenas de postos de trabalho para a população local, contribuindo, desta forma, para a redução da fome e da pobreza no seio das populações residentes na província”, referiu.
O secretário provincial para a informação do MPLA, José Caricoco, que coordenou um grupo de jovens militantes da JMPLA que efectuou uma jornada turística àquela fazenda, em saudação ao Dia da Juventude, valorizou o projecto que, na sua opinião, pode despertar o sector privado para a criação e produção de serviços e bens que garantam a melhoria das condições de vida da população local.
“É um imponente projecto que vai relançar o sector agropecuário e agroindustrial na região, tendo em conta a produção de ovos e de ração animal, que já são uma realidade nesta fazenda. Além de contribuir para o crescimento da economia angolana e para a redução da fome e da pobreza, vai ainda ajudar a reduzir o desemprego nesta região”, salientou José Caricoco.

Tempo

Multimédia