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Professores e alunos do Uíge estão satisfeitos

Joaquim Júnior | Uíge

A Direcção Provincial da Educação no Uíge reabilitou várias escolas da sede provincial, para dar melhores condições de trabalho aos professores e alargar os espaços de acomodação dos alunos.

No Uíge estão a ser reabilitadas escolas para dar melhores condições e alargar os espaços
Fotografia: Joaquim Júnior

Na escola do ensino primário nº 68, localizada na Rua do Comércio, foram feitos trabalhos de substituição das telhas, tectos falsos, revisão da rede eléctrica, pintura e construção de um reservatório de água com capacidade para dois mil metros cúbicos. Professores e alunos estão satisfeitos com as novas condições.
O director provincial da Educação, Manuel Zangala, disse que a intervenção na escola da Rua do Comércio era obrigatória porque um vendaval fez cair árvores sobre a escola o que provocou a destruição parcial do tecto, janelas, portas e muros.
A Direcção Provincial de Educação vai requalificar, ainda neste primeiro trimestre do ano, a escola primária nº 323, do Bairro Popular a escola e nº 20 de Mbemba Ngango, além de uma outra localizada no Bairro Papelão.
Manuel Zangala referiu que o objectivo é também aumentar o número de vagas, para responder ao crescimento da comunidade estudantil da província, sobretudo no centro da cidade do Uíge.
“Existe um plano que vamos materializar ao longo do ano, com o apoio do Governo Provincial, que vai originar o surgimento de novas infra-estruturas na cidade e, num futuro breve, vamos resolver o problema da falta de espaços nas escolas. Vamos continuar a aumentar o número de salas de aulas, na medida em que vai crescendo a comunidade estudantil”, referiu.
Na cidade do Uíge foram inauguradas três novas escolas, nas localidades de Cacole, Candombe Novo e Culo, que totalizam 41 salas de aulas, para absorver milhares de alunos que se encontravam fora do sistema normal de ensino.
Manuel Zangala disse que existiam professores subaproveitados em determinadas escolas, que tinham menos alunos matriculados, facto que deixou, ao longo do ano transacto, alguns estabelecimentos escolares muito sobrecarregados e outros pouco funcionais. Alguns níveis de ensino foram retirados das escolas com menos professores, como é o caso da escola Divino Pastor, no Bairro Papelão, onde deixou de existir o I e o II ciclo, ficando apenas com o ensino primário.
Manuel Zangala pediu mais colaboração das Administrações Municipais, Igrejas, da sociedade civil e encarregados de educação no sentido de todos participarem na busca de soluções para que o ensino seja de qualidade e cada vez mais dignificante para o país.

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