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Programa de valorização chega à província do Uíge

Nicodemos Paulo | Uíge

O desempenho dos funcionários e o atendimento aos utentes dos serviços de instituições públicas da província do Uíge vão conhecer melhorias, em breve, com o lançamento ontem do Programa de Valorização dos Serviços Públicos.

Promovido pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), o programa vai ajudar na melhoria da qualidade no acolhimento e resolução dos problemas dos utentes, alterar os serviços públicos através de soluções metodológicas susceptíveis de diminuir o tempo de espera e de custos, para a satisfação dos usuários.
O governador provincial do Uíge, Paulo Pombolo, referiu que, nos dias que correm, o cidadão quer um serviço público cada vez mais eficiente, onde os funcionários são pontuais, dedicados e competentes para satisfazer os interesses da maioria.
Por causa disso, justificou a elaboração deste programa, cujos conteúdos devem ser adoptados por todos, independentemente da sua função ou cargo que desempenham, para que se preste maior atenção ao utente.
O governante recordou que o servidor público deve assumir um compromisso inabalável com a ética, legalidade e deve estar apto para actuar em diferentes contextos sob pressão, desenvolvendo competências técnicas tendentes à melhorar o seu desempenho profissional, o que requer do funcionário pontualidade, dedicação e assiduidade.
O governador provincial considerou que a valorização do serviço público tem sido uma constante da agenda das autoridades. Como exemplo disso, destacou a realização permanente de seminários de capacitação em várias direcções províncias.
Aliás, prosseguiu o governador provincial,  a actual conjuntura económica e social do país exige comprometimento responsável dos funcionários dos organismos públicos.
Paulo Pombolo acrescentou que é desta forma que o sector da Administração Pública na província deve tornar mais eficiente o trabalho, resgatando a confiança dos seus utentes, abandonando os métodos tradicionais ou arcaicos.
  “A má prestação de um funcionário pode prejudicar a instituição e beliscar a imagem do Estado”, concluiu o governador provincial do Uíge.

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