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Serviço de tapa buracos nas ruas da cidade

Joaquim Júnior | Uíge

Algumas ruas da cidade do Uíge, que ficaram destruídas em consequência dos trabalhos de extensão da rede pública de águas, começaram a ser reparadas no princípio deste mês, com o objectivo de repor a normalidade da circulação de pessoas e viaturas nas principais artérias da cidade.

O trabalho de reabilitação de ruas e lancis decorre a bom ritmo e termina dentro de dias
Fotografia: Mavitidi Mulaza | Uíge

O director provincial do Uíge do Urbanismo e Construção, Seluiequi Manuel, disse ao Jornal de Angola que a fase preliminar dos trabalhos em execução compreende a reposição do tapete asfáltico nas ruas que dão acesso ao Aeroporto Manuel Quarta Punza e ao Hospital Central, na Rua Dr. António A­gostinho Neto, Rua Pioneiros do Congo e na via que liga o centro da cidade ao bairro Dunga, onde também decorrem obras de melhoramento de passeios.
A intervenção visa devolver a imagem real às vias da cidade, que nos últimos dias ficaram sujeitas a escavações devido aos trabalhos de colocação da nova rede de distribuição de água. “Nesta fase estamos a tapar os buracos, abertos em consequência das obras de extensão da rede de águas, para depois fazermos a reposição do tapete asfáltico”, explicou. Para acelerar a execução das obras foram contratadas três empresas que têm a missão de devolver a fluidez de circulação até ao final do mês.
Seluiequi Manuel anunciou para breve a construção de uma nova faixa de rodagem na via que liga o aeroporto Manuel Quarta Punza ao centro da cidade, infra-estrutura que vai dar uma nova imagem à capital da província. Para o morador do bairro Mbemba Ngango João Salvador, o bairro deixou de ser o mesmo por causa das escavações feitas. “A reparação das ruas deve ser extensiva à maior parte das zonas urbanas da cidade, sobretudo onde as valas de drenagem ficaram entupidas”, disse.
Lopes Bangikila, taxista, disse que as obras de reparação das ruas vai devolver a circulação normal aos automobilistas, principalmente os taxistas, que nos últimos dias viram-se obrigados a encurtar algumas rotas. “Estávamos a circular em condições muito difíceis por causa das constantes interrupções nas ruas”, disse.

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