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Técnicos da Saúde reforçam conhecimentos

António Capitão | Uíge

Técnicos do sector da Saúde do Uíge, Zaire e Cabinda destacados nas actividades de luta contra o VIH/Sida participaram no Uíge numa acção formativa sobre vigilância epidemiológica, monitorização e avaliação da doença.

Formandos devem partilhar os conhecimentos com outros profissionais do sector
Fotografia: Filipe Botelho

O coordenador provincial de luta contra o VIH/Sida, Benjamim Cambani, que orientou o seminário promovido pelo Fundo Global, disse que os profissionais da Saúde absorveram conhecimentos sobre o sistema de informação, seus objectivos e importância, instrumentos para a recolha de informações sobre a doença, fluxos de dados e relatórios de acompanhamento. Os formandos também aprenderam a preencher melhor os livros de registo dos casos de VIH/Sida, elaborar os relatórios, qualificar os dados e esboçar o fluxograma sobre a epidemia.
Com a acção formativa pretendeu-se uniformizar os procedimentos e métodos de trabalho relacionados com a luta contra a pandemia na região norte.
“Algumas vezes, ao apresentarmos os relatórios sobre a doença, deparamo-nos com formas e métodos de trabalho diferentes, sobretudo na elaboração de relatórios, no preenchimento dos livros de registo e na produção do fluxograma”, disse o coordenador provincial.
O chefe do departamento de Saúde Pública da Direcção Provincial da Saúde, Manuel Bunga, que encerrou o ciclo formativo, apelou aos formandos no sentido de partilharem com outros profissionais os conhecimentos adquiridos, para que se tenha no país um sistema de prevenção com a capacidade desejada, para analisar a tendência da incidência e prevalência da doença.
Manuel Bunga disse esperar que os conhecimentos adquiridos contribuam para a existência de um sistema capaz de analisar a taxa de mortalidade nos grupos vulneráveis, como crianças, jovens, mulheres em idade fértil e gestantes.
“É necessário também que exista um sistema com capacidade de avaliar o impacto das nossas intervenções e medidas de prevenção contra a pandemia do VIH/Sida ”, salientou.

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