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Vida do Songo reclama por mais enfermeiros

LUCAS KABITANGO | Songo

As autoridades sanitárias do município do Songo, Uíje, estão preocupadas com a falta de enfermeiros e de meios de transporte.

 
As autoridades sanitárias do município do Songo, Uíje, estão preocupadas com a falta de enfermeiros e de meios de transporte.
A enfermeira geral do 1º escalão e chefe da área de Saúde do Songo, Adelaide Miguel disse ao Jornal de Angola que nas localidades de Banza-Luanda, Maiengo, Quimussungo, Banza Landi, Quimpumba Loe, Tema e Quitala, foram inauguradas unidades sanitárias, mas que não funcionam por falta de enfermeiros.
 Pelo menos, 52 enfermeiros asseguram o funcionamento do sector no município. Mas a enfermeira Adelaide Miguel disse que o número de técnicos é insuficiente, tendo em conta que “não corresponde” ao número de “pacientes que acorre, diariamente, aos postos sanitários da região”.
 “Com a carência de técnicos, os poucos que aqui funcionam são obrigados a fazer mais de 48 horas de trabalho. Se um enfermeiro adoece, o problema, naturalmente, agrava-se ainda mais”, referiu.
 A responsável da Saúde no Songo referiu que a falta de transportes dificulta a distribuição dos medicamentos nos postos de saúde locais.
 “Por exemplo, nesta altura precisamos de ir à comuna de Quinvuenga, mas não vamos por falta de transporte”, afirmou
 O hospital municipal do Songo, com 74 camas, presta serviços de medicina geral, maternidade e cirurgia.
 A malária e as diarreias agudas são as doenças mais frequentes na localidade.

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