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Caluca e Nkiende têm água em breve

Fernando Neto | Mbanza Congo

As comunas de Caluca e de Nkiende podem deixar de ter falta de água potável em Novembro, com o fim das obras de construção dos sistemas de produção e tratamento, assegurou ontem o governador do Zaire.

As comunas de Caluca e de Nkiende podem deixar de ter falta de água potável em Novembro, com o fim das obras de construção dos sistemas de produção e tratamento, assegurou ontem o governador do Zaire.
Joanes André, que fez a afirmação após visitar aquelas comunas, referiu o empenho das autoridades em resolver os principais problemas da população, sobretudo os relacionados com fornecimento de água potável e de energia eléctrica.
Numa primeira fase, declarou, está a ser feito um levantamento para a apresentação dos problemas ao Presidente da República.
O administrador de Caluca, Alberto Lusala, disse que, além da água potável e de energia eléctrica, a comuna precisa de escolas, centros de saúde  e de meios para a reinserção dos angolanos regressados da República Democrática do Congo, no âmbito do repatriamento voluntário e organizado. Ao todo 580 angolanos estão no Congo Brazaville, 76 mil no Congo Democrático, 23 mil na Zâmbia, 5. 800 na África do Sul, 510 no Botswana e sete mil na Namíbia. Dos 76 mil angolanos que estão na RDC, 26 mil pretendem regressar a Angola e outros 50 mil angolanos manifestaram o desejo de permanecer naquele país.

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