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Central hidroeléctrica satisfaz necessidades

A central hidroeléctrica da cidade do Soyo, a maior do país, projectada para produzir 750 megawatts tem capacidade para responder todas as necessidades de energia da região, e servir outras localidades limítrofes. O empreendimento, que está a ser operado pela em-presa angolana Aenergy, está ainda em fase experimental.

Instalações de grande porte estão a ser construídas de raíz na cidade do Soyo
Fotografia: Daniel Benjamim | Edições Novembro

A central, considerada uma das mais potentes do ramo, no continente africano, a julgar pela sua capacidade, conta com uma subestação isolada a gás (GIS) de 400kv. É composta por quatro turbinas a gás natural e duas a vapor, todas com uma potência nominal de 125 megawatts .
A Aenergy, que vem se afirmando como uma gigante do ramo energético, montando várias centrais térmicas em diversos pontos do país, está a operar o empreendimento hidroeléctrico com uma equipa composta por mais de cem funcionários, muitos dos quais contratados localmente.
A Central está a funcionar com um bloco electroprodutor, constituído por duas turbinas a gás e uma a vapor. Segundo especialistas , este processo está a contribuir para o Sistema Eléctrico Nacional com 375 megawatts em Ciclo Combinado, ou seja, com um terço da energia produzida a partir do vapor gerado por duas turbinas a gás. Técnicos do ramo energético dizem que a primeira vez em Angola que uma turbina a vapor produz mais de cem megawatts.
A Aenergy , criada em 2012, instalou várias centrais térmicas no Namibe, Saurimo ~,Malanje e Menongue.
A empresa, com 400 colaboradores, ligados a diversos projectos, e com parcerias internacionais, está a expandir-se pelo continente africano, actuando neste momento nos Camarões, Ghana, Namíbia, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

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