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Cidade está em festa

Jaquelino Figueiredo | Soyo

A antiga vila de São António do Zaire, hoje município do Soyo, completou terça-feira 43 anos de existência, desde que foi elevada à categoria de cidade, a 5 de Abril de 1974, por portaria n.º 322, da então Administração colonial portuguesa.

As festas da cidade do Soyo, município que cresce e se desenvolve a passos lentos mas seguros, em termos demográficos, económicos e sociais, quer em infra-estruturas, estão a ser comemoradas sob manto de reflexão, tendo em conta a crise financeira que assola o país.
Para os festejos dos 43 anos de existência da cidade, comemorados com o lema “Cidade do Soyo, o desenvolvimento é uma certeza”, a Administração Municipal agendou uma série de actividades políticas, músico-culturais e desportivas, cujo acto principal foi a realização de uma marcha dos militantes do MPLA nas principais artérias.
Na ocasião, a administradora municipal do Soyo, Lúcia Tomás, falou do candidato do MPLA a Presidente da República, João Lourenço, e apelou a todos os cidadãos a afluírem em Agosto próximo às urnas, tal como aconteceu no período de actualização e registo eleitoral, para escolherem os  representantes do povo angolano.
No concernente à vida social e económica do país, a administradora do Soyo relembrou aos presentes o caminho do desenvolvimento que Angola está a seguir.
“Estamos a observar o desenvolvimento paulatino do nosso país e as nossas instituições estão a  fortalecer-se e aumentam  as competências e a eficiência dos quadros, bem como a transparência da gestão da coisa pública.”
O Governo angolano, disse Lúcia Tomás,  está a fazer tudo para continuar a melhorar a situação económica e social do país, apesar das dificuldades que lhes são impostas, resultantes das insuficiências de recursos financeiros.
“O MPLA e a sua governação reafirmam a sua acção para um modelo de desenvolvimento sustentável, que visa a criação de uma sociedade justa, qualitativa e culturalmente desenvolvida, para a erradicação da fome e da miséria, com vista a garantir a igualdade de oportunidades para todos os cidadãos, para o desenvolvimento justo, bem como na distribuição do rendimento nacional, de forma a assegurar a estabilidade política e social do país”, acrescentou Lúcia Tomás.
Quanto ao Dia da Paz, comemorado no dia 4, Lúcia Tomás considerou a sua conquista como um grande ganho que tornou possível a tranquilidade dos cidadãos e a livre circulação de pessoas e bens, bem como a edificação de infra-estruturas escolares, hospitalares, administrativas, desportivas e a formação de quadros.
Um culto ecuménico foi o ponto máximo das comemorações do Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, realizado na escola do I ciclo do Soyo, promovido pelo Conselho das Igrejas Cristãs de Angola (CICA).

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