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Garantido fornecimento de energia à periferia de Mbanza Congo e Soyo

Fernando Neto | Mbanza Congo

A Empresa Nacional de Electricidade (ENE), no Zaire, tenciona concretizar, este ano, o projecto de expansão e reabilitação da rede de média e de baixa tensão de Mbanza Congo, disse o seu director ao Jornal de Angola.

Governo aposta no melhoramento da corrente eléctrica nos municípios e comunas
Fotografia: Adolfo Dumbo

A Empresa Nacional de Electricidade (ENE), no Zaire, tenciona concretizar, este ano, o projecto de expansão e reabilitação da rede de média e de baixa tensão de Mbanza Congo, disse o seu director ao Jornal de Angola.
António Mussito afirmou que isso permite que, a exemplo do que acontece na zona urbana, o fornecimento de energia eléctrica se processe ininterruptamente nos bairros periféricos.
A ENE, referiu, está a instalar um sistema que permite o funcionamento em simultâneo dos três grupos geradores da central eléctrica de Quianganga, o que facilita o fornecimento de energia, sem restrições, a toda a cidade. A ENE, que em Mbanza Congo tem 3.723 clientes, dispõe de capacidade para distribuir na cidade 7.425 KVA, insuficiente para satisfazer a procura, calculada em 10.055 KVA.
Para fornecer de energia eléctrica regular durante a quadra festiva em áreas não abastecidas desde a época colonial, a ENE instalou gratuitamente 37 postos no bairro Nfumu e 17 em Ngoma. Este ano, anunciou, a ENE vai estender os serviços aos municípios do Nzeto, Soyo, Tomboco, Cuimba e Nóqui. No ano passado, a empresa aumentou a capacidade de produção de energia eléctrica, com a aquisição de mais dois grupos geradores, que se juntaram a três que já existiam. O governador do Zaire afirmou, ao Jornal de Angola, que o sector energético é uma das principais preocupações e que o objectivo é garantir o fornecimento de electricidade, com qualidade, a todos os municípios.

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