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Governador anuncia admissão de professores

Fernando Neto | Mbanza Congo

O Programa de Investimentos Públicos para 2014 na Província do Zaire privilegia a construção de mais de 400 salas de aulas, o que permite admitir mais 600 professores, que se juntam aos 4.257 que a província tem, anunciou o governador provincial.

Para o próximo ano lectivo vão ser reabilitadas escolas e admitidos milhares de professores para o ensino na Província do Zaire
Fotografia: www.jaimagens.com

Joanes André, que fez a revelação no discurso de fim de ano, anunciou igualmente a construção “de vários edifícios estruturantes” das Escolas Superiores de Mbanza Congo e do Soyo, cada uma com capacidade para oito mil estudantes por turno. “São infra-estruturas modernas, com internatos e áreas residenciais para os professores”, referiu.  A ideia, declarou, é acabar em definitivo com o défice de salas de aulas a nível do ensino superior na província. A educação, disse Joanes André, constitui um dos sectores privilegiados, considerando a importância do capital humano no processo de desenvolvimento da província e do país no geral.
O governador lembrou que no ano passado 1.119 estudantes frequentaram o ensino superior na província do Zaire. 
O governador recordou igualmente que o sector funciona desde 2010 com duas Escolas Superiores Politécnicas, uma em Mbanza Congo e a outra, no Soyo, ambas adstritas à Universidade 11 de Novembro da III região académica do país. A província, referiu, registou assinalável crescimento no subsistema de ensino geral frequentado por 139.021 alunos devido à existência de 1.878 salas de aulas. Joanes André afirmou terem sido distribuídos 879 mil manuais escolares, que o programa de merenda escolar beneficiou 45.738 alunos de 113 escolas do ensino primário, adquiridas 20 mil carteiras para novas escolas e entregues viaturas de apoio aos directores de escolas.
O Governo Provincial do Zaire também construiu muros de vedação e contratou empresas de prestação de serviço nas áreas de segurança e limpeza.
O programa de formação de quadros na região inclui bolsas de estudo no estrangeiro, que permitem que 63 jovens de ambos os sexos frequentem a partir deste mês na República Popular da China um curso, de quatro anos, de engenharia de civil.

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