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Negligência provoca incêndios

Kayila Silvina | Mbanza Congo

  O Corpo Nacional de Bombeiros na província do Zaire notificou noventa incêndios de média e pequena proporções, de Janeiro a Novembro do corrente ano, revelou ao Jornal de Angola, o comandante provincial em exercício da corporação, André Neves Soares.

  O Corpo Nacional de Bombeiros na província do Zaire notificou noventa incêndios de média e pequena proporções, de Janeiro a Novembro do corrente ano, revelou ao Jornal de Angola, o comandante provincial em exercício da corporação, André Neves Soares.
Os incêndios, que provocaram a morte de duas pessoas e ferimento a sete outras, cujos danos materiais estão avaliados em 2,4 mil milhões de kwanzas, foram originados por negligência, curto-circuito, fogo posto e fuga de gás de cozinha.
Ao falar numa palestra dirigida aos efectivos do comando provincial dos Bombeiros, em Mbanza-Congo, realizada no âmbito das actividades alusivas à Semana Nacional de Prevenção contra Incêndios, iniciada no passado dia 24, sob o lema genérico “Dar vida para salvar vidas”, o responsável explicou que estão a ser realizadas também na região, campanhas de sensibilização sobre as precauções a observar para evitar incêndios.
A fonte revelou que a nível da província, os municípios do Soyo e Mbanza-Congo são os que figuram no topo da lista, com 30 e oito casos, respectivamente, ao passo que Nzeto e Nóqui registaram uma ocorrência cada. Os municípios do Tomboco e Kuimba não tiveram nenhum caso de incêndio durante o período em análise.
O comandante provincial em exercício do Corpo Nacional de Bombeiros esclareceu que no referido período o seu órgão registou igualmente 37 casos de invasão de residências e lavras por abelhas. Quanto às operações de socorro, os efectivos dos Bombeiros removeram 24 corpos de pessoas  mortas por afogamento.
Outras situações, como a destruição de 1,5 mil casas e a inundação de uma outra, provocadas pelas fortes chuvas que caíram sobre os municípios de Mbanza-Congo, Soyo e Nóqui foram ainda catalogadas pelo sector naquela parcela do território nacional.
A destruição das referidas casas provocou ferimentos ligeiros e graves a 28 pessoas.

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