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Polícia do Zaire impõe controlo do armamento das empresas

Víctor Mayala | Mbanza Congo

Os participantes no primeiro encontro Metodológico dos responsáveis das empresas privadas de segurança, concluíram na quarta-feira, em Mbanza Congo, Zaire, a proibição da exibição inadequada de armas de fogo, sirenes e outro tipo de material letal, susceptíveis de inquietar os cidadãos.

Os participantes no primeiro encontro Metodológico dos responsáveis das empresas privadas de segurança, concluíram na quarta-feira, em Mbanza Congo, Zaire, a proibição da exibição inadequada de armas de fogo, sirenes e outro tipo de material letal, susceptíveis de inquietar os cidadãos.
O uso destes meios só deve ser utilizado com a autorização das autoridades competentes e são também proibidos, em sistemas de auto-protecção, agências bancárias, estabelecimentos comerciais e bombas de combustíveis.
O encontro foi orientado pelo segundo comandante provincial da Polícia Nacional para protecção e intervenção no Zaire, o subcomissário Aniceto Sancho Paulo, que recomendou a necessidade de se exercer maior controlo do armamento à posse das empresas de segurança.
Os participantes defenderam a proibição dos protectores das empresas de segurança e sistemas de auto-protecção, bem como o uso de equipamentos quando não estiverem no exercício das suas funções, atenção da selecção e recrutamento do pessoal deve ser cautelosa, para evitar indivíduos com comportamentos anti-sociais nas instituições. O segundo comandante provincial do Zaire para protecção e intervenção, Aniceto Sancho Paulo, referiu a necessidade de aprimorar os métodos e técnicas de trabalho das referidas instituições por serem também consideradas forças auxiliares da corporação na manutenção da ordem e tranquilidade.“As empresas de segurança privada constituem hoje um dos pilares de apoio às forças policiais”.

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