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Região com existência secular

Com uma superfície de 7.953 metros quadrados, a cidade de Mbanza Congo foi fundada antes da chegada dos portugueses e era a capital de uma dinastia que governava desde 1483, facto que lhe dá o legado de ser a cidade mais antiga de Angola. Segundo historiadores da praça local, a região tinha sido abandonada durante guerras civis que eclodiram no século XVII.

Com uma superfície de 7.953 metros quadrados, a cidade de Mbanza Congo foi fundada antes da chegada dos portugueses e era a capital de uma dinastia que governava desde 1483, facto que lhe dá o legado de ser a cidade mais antiga de Angola. Segundo historiadores da praça local, a região tinha sido abandonada durante guerras civis que eclodiram no século XVII.
Actualmente, M'Banza Congo possui uma população estimada em 131.450 habitantes. A região foi o lar de uma identidade vulgarmente conhecida, por Menekongo, monarcas que governavam o Reino do Kongo antes da chegada de Diogo Cão. No ano de 1549, por influência dos missionários portugueses, foi construída uma igreja católica no local em que os angolanos reclamam ser a mais antiga da África Sub-Saariana, o nome da igreja no local é Nkulumbimbi. Foi elevada ao status de catedral em 1596. O Papa João Paulo II visitou a catedral em 1992. />O nome São Salvador do Congo apareceu pela primeira vez em cartas enviadas por Álvaro I do Kongo ou Álvaro II do Kongo, entre os anos de 1568 e 1587. A cidade voltaria a se chamar M'Banza Kongo, após a Independência de Angola em 1975.
Quando os portugueses aqui chegaram, ela já era uma grande cidade, a maior da África sub-equatorial. Durante o reinado de Afonso I, edificações de pedra foram criadas, incluindo o palácio e muitas igrejas. Em 1630 foram relatados cerca de 4.000 a 5.000 baptismos na cidade com uma população de 100.000 pessoas.
A cidade foi saqueada várias vezes, durante as guerras civis do século XVII, principalmente na batalha de Mbwila, e foi abandonada no ano de 1678, sendo reocupada em 1705 por seguidores de Dona Beatriz Kimpa Vita, a partir desta época a cidade não foi mais abandonada.Francisco Gomes Maiato, 1997-2008 e Ernesto Muangala, 2008.

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