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Ruas de Mbanza Congo são asfaltadas

Víctor Mayala | Mbanza Congo

As ruas da periferia da cidade de Mbanza Congo  começam a ser asfaltadas, amanhã, no quadro do programa de requalificação das vias urbanas em curso na região, anunciou ontem o director provincial das Obras Públicas.

Projecto de requalificação faz parte do programa de melhoramento das vias urbanas
Fotografia: Dombele Bernardo | Mbanza Congo

Eduardo Chilembo, que falava no termo da recepção de equipamentos da empresa construtora Minuila, que realiza os trabalhos, referiu que vão ser intervencionados  cerca de dez quilómetros nos bairros periféricos, num período de oito meses.
O responsável dos contratos da empresa Minuila, Cláudio Povolori, disse que a empreitada  envolve mais de 70 trabalhadores, recrutados localmente.
Cláudio Povolori acrescentou que a empresa possui os meios necessários para a conclusão do processo de asfaltagem das ruas no período  estabelecido.
O administrador municipal-adjunto de Mbanza Congo, Manuel Nsiansoki Gomes, manifestou satisfação com o início dos trabalhos de asfaltagem das ruas, que  permite uma melhor circulação e põe fim às  nuvens de poeira.

Orientação sexual no Soyo

Os constantes casos de gravidez  precoce e indesejada e de doenças sexualmente transmissíveis no seio das adolescentes do município do Soyo podem conhecer alguma redução caso os habitantes cumpram as medidas de prevenção, disse, ontem, Cláudio Domingos, professor de Biologia da escola local do II ciclo do ensino secundário.
O professor, que falava numa palestra sobre orientação sexual, dirigida a alunos da  escola, explicou ser fundamental que os jovens e adolescentes acatem as normas de prevenção de doenças transmissíveis por via sexual e façam uso regular dos métodos de prevenção da gravidez  indesejada.
Cláudio Domingos disse que se devem reforçar as acções de comunicação e informação aos adolescentes, “ferramentas para a prevenção de riscos inerentes a actos irresponsáveis”. O biólogo  avançou que a nova vaga de adolescentes está a emergir demasiado cedo no mundo da prática sexual, ignorando todas as consequências que isso pode acarretar para as suas vidas e para o futuro do país.
“A educação para a sexualidade é tão necessária como indispensável, por isso deve ser dada aos jovens, a partir de casa e sem tabus, de modo a permitir-lhes escolherem os comportamentos mais responsáveis e evitar os riscos inerentes à irresponsabilidade”, apelou o docente.
 “A sexualidade pode ser vivida na íntegra numa relação afectiva entre dois seres de sexos opostos, de uma forma responsável, no momento e pessoa certa, para evitar  riscos”, concluiu Cláudio Domingos.

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