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Soyo conta com milhões de dólares para os projectos de impacto social

Jaquelino Figueiredo | Soyo

A Angola LNG vai investir, até o primeiro semestre, no município do Soyo, cerca de 190 milhões de dólares em projectos de impacto social, disse, na terça-feira, o seu director-geral, ao apresentar o projecto ao governo provincial.

A foto documenta o momento em que era apresentado o projecto de reabilitação e construção de várias infra-estruturas sociais
Fotografia: Jaquelino Figueiredo | Soyo

A Angola LNG vai investir, até o primeiro semestre, no município do Soyo, cerca de 190 milhões de dólares em projectos de impacto social, disse, na terça-feira, o seu director-geral, ao apresentar o projecto ao governo provincial.
Daniel Rocha afirmou que a empresa, “no âmbito do compromisso com a sociedade”, aprovou um pacote financeiro, de cerca de 190 milhões de dólares, para construção e melhoria de várias infra-estruturas sociais, tendo em vista o desenvolvimento económico e social do município.
A Angola LNG, frisou, não pode ficar alheia ao desenvolvimento socioeconómico do município e da província, daí a participação activa em diversos projectos de impacto social para o bem-estar das populações da região.
Os cerca de 190 milhões de dólares, referiu, destinam-se à recuperação das principais vias rodoviárias da cidade, que estão em estado avançado de degradação, e à ampliação da escola primária nº2, que vai ter mais 12 salas, laboratórios de ciências e de informática, uma biblioteca e um campo multiusos.
O hospital municipal vai ser recuperado e ampliado, passando a ter novos serviços hospitalares, e construída uma central eléctrica, geradora de 22 megawatts de energia para a região. A nova central pode trabalhar em paralelo com a do Pângala, que fornece a energia eléctrica à cidade.
O projecto contempla também a execução de obras de beneficiação no aeródromo do Soyo, e a construção, até 2012, de uma nova estrada, com 7,5 quilómetros, que sai da Base Logística do Kwanda até ao local onde vai ser instalado o Pólo Industrial, na localidade do Kinfuquena.  A nova estrada, com duas faixas de rodagem e bermas, pretende desanuviar as principais artérias da cidade, tendo em conta o crescimento do parque automóvel.
Daniel Rocha assegurou que todos os contratos inerentes à execução das obras foram assinados entre a Angola LNG e as empreiteiras, que já as começaram a executar.
“Adjudicámos todas as obras e as empreiteiras já começaram a executar os trabalhos, com vista a cumprirem os prazos estabelecidos nos contratos”, anunciou, adiantando:  “A conclusão da maioria dos projectos é em Dezembro, excepto o da nova estrada que vai até 2012.
Na cerimónia de apresentação projectos estiveram os vice-governadores para organização e serviços técnicos e para o sector técnico e infra-estruturas, autoridades tradicionais e representantes das empreiteiras contratadas.

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