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Vários equipamentos públicos destruídos na vila de Tomboco

O administrador municipal do Tomboco, António Cavungu, reprovou quinta-feira as acções de vandalismo contra os bens públicos perpetrados por alguns cidadãos a nível da circunscrição.

Administração reprova as acções de vandalismo perpetradas por alguns cidadãos
Fotografia: Jaimagem

Ao falar à Angop, o administrador afirmou que tal comportamento em nada contribui para o desenvolvimento do município, que aos poucos começa a dar passos significativos nos mais variados domínios da vida social e económica.
“São empreendimentos que a administração constrói para o bem-estar da população. Portanto devem ser bem conservados para que tenham mais tempo de vida e não podemos admitir que pessoas de má fé continuem a praticar acções bárbaras”, salientou. De acordo com o administrador, torna-se dispendioso a administração municipal estar, todos os anos, a direccionar recursos financeiros para os mesmos projectos sociais, inviabilizando deste modo as acções para outros sectores.
“Vamos mudar de comportamento, porque as infra-estruturas sociais nos domínios da educação e saúde que o governo provincial e a administração municipal têm estado a construir é para o nosso bem”, aconselhou o administrador.
António Cavungu garantiu que a administração vai continuar com a construção e reabilitação das obras que não foram concluídas no ano findo, com destaque para as obras do hospital municipal, escolas e sistemas de captação, tratamento e distribuição de água potável.
Situado a 150 quilómetros da cidade de Mbanza Congo, o município do Tomboco subdivide-se em três comunas: Kinzau, Knsimba e Sede.

Instituto Superior


As obras de construção do Instituto Superior de Ciências de Saúde, em Mbanza Congo, na província do Zaire, ficam concluídas em breve e vão ajudar a suprir a insuficiência de técnicos superiores no sector da saúde a nível da região.
O director do hospital provincial do Zaire, Domingos da Silva, admitiu à Angop que com a entrada em funcionamento do referido instituto na província ver-se-á minimizada a gritante insuficiência de técnicos superiores em diversas áreas do sector da saúde.
Actualmente, disse, muitos jovens do Zaire que optam em formar-se em ciências da saúde recorrem à vizinha província de Cabinda, situação que será invertida nos próximos meses.
“As obras decorrem a um ritmo satisfatório e tudo indica que a partir do segundo semestre do corrente ano poderão ser entregues”, referiu.
Com capacidade para acolher 400 estudantes em regime de internato, o futuro Instituto de Ciências de Saúde, com quatro andares, vai contar com 20 salas de aula, nove laboratórios, um anfiteatro e um bloco operatório.
A infra-estrutura, segundo Domingos da Silva, está a ser construída na aldeia de Nkunga Paza, a cinco quilómetros a oeste da cidade de Mbanza Congo.

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