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Zaire com novas esquadras policiais

Miguel Baú e Jaquelino Figueiredo

Mbanza Congo tem, desde domingo, duas esquadras inauguradas, no âmbito das comemorações do 34º aniversário da corporação, que ocorreu naquele mesmo dia.

As novas esquadras policiais foram inauguradas nos bairros 4 de Fevereiro e 11 de Novembro pelo vice-governador Francisco Komba
Fotografia: Adolfo Dumbo

Mbanza Congo tem, desde domingo, duas esquadras inauguradas, no âmbito das comemorações do 34º aniversário da corporação, que ocorreu naquele mesmo dia.
As novas esquadras, na periferia da cidade, nos bairros 4 de Fevereiro e 11 de Novembro, foram construídas pela administração local, à luz do programa de descentralização financeira.
O vice-governador para a esfera económica e social, Francisco Komba, que presidiu à cerimónia da inauguração, felicitou a Polícia Nacional pela garantia da ordem e tranquilidade públicas.
O comandante provincial da Polícia Nacional e delegado do Ministério do Interior disse que a data serviu para reflectir sobre “o estado actual da corporação e definir perspectivas do ponto de vista do desenvolvimento multifacetado”.
O superintendente Francisco Massota reiterou o empenho da Polícia Nacional no cumprimento do seu objectivo de manutenção da ordem e tranquilidade públicas.
“Um dos objectivos da Polícia Nacional passa pelo fortalecimento do espírito da unidade interna entre os efectivos dos distintos órgãos”, declarou, frisando que “a grande tarefa é a protecção da extensa fronteira” partilhada com a República Democrática do Congo, “frequentemente violada por estrangeiros idos de vários países Oeste africanos, que procuram, a todo custo, atingir a capital do país”.
 
 Estrangeiros  ilegais
 
A entrada ilegal de estrangeiros em Angola é um factor “desestabilizador da soberania” nacional, disse o administrador municipal adjunto do Soyo.
 “Sem chauvinismo, nem servilismos, a situação deve ser combatida urgentemente para não cairmos nas experiências de outros países que se debateram com o mesmo problema”, referiu Pascoal Aurora.
“O fenómeno da migração ilegal traz consigo outros factores corrosivos à sociedade, como o tráfico e uso de drogas, que tomam contornos desagradáveis na região e cujo combate deve ser cerrado”, sublinhou. 

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