Sociedade

Afogamentos sobem em praias proibidas

Pelos menos, m17 pessoas morreram afogadas, em Luanda, em praias proibidas a banhistas, desde o princípio do ano, mais cinco do que no mesmo período de 2018.

Fotografia: Jaimagens | Edições Novembro

A maior parte das vítimas são homens, principlamente adolescentes e jovens.
O porta-voz do comando provincial do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), Faustino Minguês, disse à Angop que as praias foram proibidas a banhistas, por serem zonas que sofreram escavações, possuem rochas ou resíduos de construção civil no fundo.
Como exemplo, apontou o incidente ocorrido no fim-de-semana, em que um banhista sofreu um traumatismo craniano e perdeu a consciência, depois de mergulhar na praia da Chicala-1 (Ingombota) e bater com a cabeça numa placa de betão que se encontra no fundo do mar. Faustino Minguês lamentou que algumas das placas que sinalizam o perigo estão a ser vandalizadas por desconhecidos e “derrubadas pelo tempo”, mas são imediatamente repostas pelo SNPCB, Capitania do Porto de Luanda, administrações municipais e distritais.
Acrescentou, que a intenção da retirada das placas fixadas em praias proibidas, é o da utilização destes locais por parte dos banhistas.
Por este facto, o responsável reitera o apelo aos banhistas, no sentido de respeitarem as placas de sinalização e as orientações dos mergulhadores do projecto Praias Seguras de Angola (PSA).

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