Sociedade

Ambientalistas estudam forma de conter ravinas

Uma delegação da “Vida pela Vida-BlocoVerde”, uma associação de defesa do meio ambiente, desloca-se hoje à província do Cuanza-Norte, para fazer um levantamento das causas que estão na origem das ravinas para depois sugerir algumas soluções.

Problemática ambiental um assunto de grande actualidade
Fotografia: Eduardo Cunha | Edições Novembro

A visita está inserida no programa “Giro à Nação, Falando Ambiente no Tratamento às Ravinas”, que a associação leva a cabo em algumas províncias. No Cuanza-Norte, os ambientalistas vão fazer visitas técnicas para avaliar o impacto das ravinas no desenvolvimento do país e promover uma campanha de arborização.
A visita  termina com a realização de uma palestra sobre “Métodos para a prevenção e combate às ravinas nas comunidades”, que vai ser dividida em dois subtemas - “A importância da arborização na preservação das ravinas” e  “A importância da água no desenvolvimento sustentável”.
A associação ambiental afirma, em comunicado, que a problemática ambiental constitui, nos dias de hoje, um assunto de grande actualidade, razão pela qual é defendida pela associação a consciencialização pela conservação da natureza e pela defesa das práticas sustentáveis na gestão dos recursos naturais.
A associação, que já fez trabalho similar na província do Bengo, insiste na necessidade de sensibilização da população e do Executivo sobre os perigos e o impacto provocado pelas ravinas na vida das populações.
O ambientalista António Madaleno esteve na visita ao Bengo, onde apontou, como forma de prevenção, o conhecimento do solo e do domínio das zonas de drenagem, entre valas e valetas, e do ordenamento do território.
Na ocasião, o presidente da “Vida pela Vida-Bloco Verde”, José Alberto Coimbra, disse ser imperioso preservar e restaurar os ecossistemas, impedir e inverter os processos de degradação dos solos e valorizar a biodiversidade, para a melhoria da qualidade de vida.

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