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Angola apoia apelo da ONU

Angola é signatária da Declaração Intergovernamental sobre a crise da Covid-19 e os direitos da criança apresentada este mês, uma iniciativa lançada pela União Europeia, pelo Grupo de Países da América Latina e Caribe (GRULAC) e o Grupo de Amigos da Criança e dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Fotografia: DR

Segundo o portal do UNICEF em Angola, o país juntou-se, assim, a mais de 160 países que responderam positivamente ao apelo feito pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, para que os países dêem prioridade à educação, alimentação, saúde e segurança da criança durante a resposta à Covd-19.

"O Governo de Angola ao apoiar este apelo das Nações Unidas quer reiterar que a situação de emergência não nos fará relegar para um segundo plano, os compromissos assumidos com a protecção e desenvolvimento integral da criança”, destaca o portal às palavras de Faustina Alves, ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.

"O Plano Nacional de Contingência para o Controlo da Pandemia traz acções concretas que concorrem para a implementação de várias acções que visam assegurar os serviços sociais chave na vida das crianças e famílias vulneráveis, como a saúde, a protecção da criança, a educação e a protecção social", sublinha a governante. "O UNICEF tem apoiado técnica e materialmente as principais acções realizadas pelo Governo de Angola durante a resposta à Covid-19 e acolhe com satisfação o facto do país ser signatário da Declaração", diz Jean Francois Basse, representante Interino do UNICEF em Angola.

"A protecção das crianças e famílias mais vulneráveis é urgente e passa por acções que devem ser adaptadas às suas reais necessidades e condições de vida”, acrescenta o representante do UNICEF.

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