Sociedade

Antropólogo quer formar investigadores em Angola

Paula Bianchi

O antropólogo angolano a leccionar na universidade “of Cape Town”, capital da província do Cabo Ocidental, centro industrial e legislativo da África do Sul, considera o ensino em Angola de fraca qualidade e o novo Estatuto da Carreira Docente do Ensino Superior como “a lei mais transformadora que o país produziu até hoje”.

Fotografia: Edições Novembro

Em entrevista ao Jornal de Angola, o ex-jornalista disse hoje – 20-08-2018 – quando questionado se “Nunca se sentiu atraído pelo sistema de ensino angolano”? Que sempre tivera o sonho de integrar o sistema de ensino em Angola, principalmente se lhe tivesse sido permitido fazer alguma coisa com liberdade de escolha.

De acordo com o doutorado na Colombia University, em Nova Iorque, o país ainda tem um ensino que precisa de grande atenção por parte das autoridades. A universidade precisa de se ajustar a um ritmo convencional, se comparada a outras instituições localizadas em países com menos recursos do que Angola.Há por exemplo os casos do Uganda, Tanzânia e o Togo. Neste momento, o professor angolano convidado pelo professor Víctor Kajibanga a investigar na Universidade Agostinho Neto, prevê reactivar este compromisso social com a academia, mais concretamente na formação de investigadores.



























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