Sociedade

Assistência pré-hospitalar com mais meios na capital

Rodrigues Cambala

O Instituto Nacional de Emergências Médicas de Angola (INEMA) tem, desde ontem, em Luanda, uma nova infra-estrutura que vai garantir assistência pré-hospitalar e a transferência de pessoas atingidas por doenças súbitas ou em perigo de vida.

A sede do INEMA-Luanda está a funcionar no Hospital Geral
Fotografia: Maria Augusta|Edições Novembro

Localizado num edifício contíguo ao Hospital Geral de Luanda, o INEMA-Luanda  vai funcionar com sete médicos, 40 enfermeiros, 25 motoristas e 11 ambulâncias.
O médico Constantino Francisco, da Comissão de Gestão do INEMA, considerou que o número de profissionais é ainda insuficiente, por corresponder a dez por cento do pessoal globalmente requerido. O número de ambulâncias é também reduzido, correspondendo a 15 por cento do mínimo necessário para este desafio.
Na inauguração, presenciada pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e pelo  governador da província de Luanda, Sérgio Luther Rescova, o médico Constantino Francisco informou que o Instituto Nacional de Emergências Médicas deixou, há algum tempo, de prestar serviços em 17 províncias, por insuficiência de recursos humanos e materiais. 
“Solicitamos maior investimento em termos de capital humano, para que cada utente luandense seja atendido com conhecimentos, habilidades, atitude, valor e ética”, acrescentou o especialista do INEMA.
A ministra Sílvia Lutucuta, afirmou esperar que este serviço sirva os interesses dos cidadãos, levando a assistência pré-hospitalar às populações e assegurando a transferência  assistida em tempo útil.
Ao afirmar que o acto faz parte do processo de municipalização dos serviços de saúde, conformados no Plano de Desenvolvimento Sanitário de Angola, Sílvia Lutucuta disse que as acções do Ministério da Saúde visam a expansão dos serviços de assistência pré-hospitalar a todas as sedes de províncias do país, constituindo departamentos do INEMA.

Tempo

Multimédia