Sociedade

Autoridades fazem rastreio no Cuanza Norte

Perto de 200 pessoas fizeram exames médicos nas aldeias do Zala e Quisseque, província do Cuanza Norte, no âmbito da campanha de prospecção activa da filaríase linfática, loa-loa e verme da guiné, para o despiste de doenças tropicais negligenciadas.

Fotografia: JAIMAGENS | Edições Novembro

O coordenador do programa de doenças tropicais negligenciadas no Cuanza Norte, Vladimiro Adriano, disse que a campanha, que decorre em todo o país, visa mapear as zonas endémicas da província, para facilitar o tratamento e a monitorização destas doenças.
Com estas acções, disse Vladimiro Adriano, as autoridades sanitárias estarão em condições de melhor trabalhar para combater as doenças tropicais e negligenciadas.
Os resultados obtidos serão reportados à Direcção Nacional de Saúde Pública, ao Ministério da Saúde e à Organização Mundial da Saúde (OMS), para o registo de informações detalhadas sobre a realidade no país e propor métodos de combate às doenças.
Na província do Cuanza Norte, a acção consiste na colheita de amostras a 200 pessoas, em duas aldeias de cada município, número recomendado para determinar a existência ou não de vectores da doença.
A equipa de rastreio é composta por sete técnicos afectos às Direcções Nacional e Provincial de Saúde Pública e da Organização Mundial da Saúde na região.
O coordenador do Programa de Doenças Tropica  siblinhou  que acções semelhantes estão a ser realizadas nas províncias do Cuanza Sul, Benguela, Malanje, Lunda Norte e Lunda Sul, Moxico e Cabinda.

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