Sociedade

Capitania acusa pescadores de descurarem os limites de pesca

Rodrigues Cambala

As embarcações de pesca desaparecem do mar por negligência dos pescadores, que excedem os limites determinados pelas autoridades em função da sua capacidade, admitiu hoje o capitão do Porto de Luanda.

Há um esforços conjunto entre a Capitania e Associação dos Pescadores no sentido de evitar o desaparecimento de barcos
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Em declarações ao Jornal de Angola, a propósito do barco de pesca, que ficou desaparecido, no alto mar, durante um mês, com sete pescadores a bordo, João Baptista disse que alguns barcos vão ao alto mar com combustível insuficiente no depósito, com a ideia de encontrar apoio de embarcações de grande porte.

O barco, que tem o número 626 e uma capacidade de 500 quilogramas, apareceu no Gabão, segundo familiares de pescadores. Nesta altura, os sete ocupantes do barco aguardam por procedimentos dos serviços de migração de Angola e Gabão, para regressarem ao país.

“Quando o combustível acaba e não encontram ajuda, alegam sempre que tiveram problemas técnicos para não serem punidos”, avançou, para frisar que, “quando isto acontece, dão muito trabalho às autoridades, para os localizar.”

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