Sociedade

Covid-19: Angola sem registo de casos positivos nas últimas 24 horas

Mazarino Cunha

Depois de semanas sucessivas com registo de casos positivos da pandemia da Covid-19, nas últimas 24 horas, Angola não registou nenhum contágio, mantendo os 353 infectados, dos quais 19 óbitos, 108 recuperados e 226 activos.

Nas últimas 24 horas o laboratório do Instituto Nacional de Investigação em Saúde processou 438 amostras, todas com resultados negativos.
Fotografia: DR

A informação foi dada ontem, em Luanda, pelo secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, na habitual actualização de dados sobre a evolução da pandemia em Angola. Franco Mufinda informou que dos 226 casos de internamento nas unidades sanitárias, nove requerem cuidados especiais, dois estão em estado crítico e os demais continuam clinicamente estáveis.

De acordo com o secretário de Estado, 287 casos são de transmissão local e 73 sem vínculo epidemiológico definido. Nas últimas 24 horas, referiu, o laboratório do Instituto Nacional de Investigação em Saúde processou 438 amostras, todas com resultados negativos. Franco Mufinda disse que até ontem foram recebidas e testadas 29.105 amostras, das quais 353 positivas, 22.790 negativas e as restantes estão em processamento.

Em quarentena institucional estão 924 cidadãos. Deste número, 228 tiveram alta em seis províncias, nomeadamente Luanda (139), Cabinda (62), Cuanza-Norte (23), Lunda Norte (2), Bié e Huambo com duas ocorrências cada. De acordo com o secretário de Estado, estão sob investigação 2.270 cidadãos.
O Centro Integrado de Segurança Pública(CISP), frisou, registou nas últimas 24 horas 77 chamadas, sendo seis denúncias de casos suspeitos, 20 de violação à cerca sanitária e 51 pedidos de informação sobre a Covid-19.

As províncias do Bengo, Benguela, Cabinda, Huambo e Uíge realizaram actividades de sensibilização, pulverização de locais públicos e capacitação dos quadros do sector da saúde em matéria de controlo epidemiológico e manejo de casos positivos. Franco Mufinda voltou a apelar ao uso obrigatório da máscara facial, cumprimento das medidas de protecção individual e colectiva, bem como ao distanciamento social, considerando vírus da Covid-19 um "inimigo invisível que mata".

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