Sociedade

Cruz Vermelha intervém nas comunidades

A Cruz Vermelha de Angola (CVA) vai implementar, a partir do próximo mês, no Uíge, alguns projectos de intervenção nas comunidades, virados para o combate à malária, tuberculose, VIH/Sida e a sinistralidade rodoviária na província, anunciou o seu presidente, Alfredo Pinto Elavoco.

Cruz Vermelha de Angola quer ser instituição de referência
Fotografia: DR

No final de uma visita de dois dias à região,o responsável da CVA adiantou à An-gop que a instituição já identificou alguns projectos sociais que serão apresentados a doadores para financiamento e, depois, serão implementados em várias comunidades na província.
“O nosso foco é a nível das comunidades e a nossa maqueta de trabalho é salvar vidas e mudar mentalidades”, disse, referindo que o CVA vai actuar na sensibilização e mobilização das pessoas no que se refere a grandes endemias.
Alfredo Elavoco adiantou que o programa contém projectos que abrangem as províncias do Cunene, Huíla e Namibe, todas da região sul,assoladas pela seca.
Alfredo Elavoco defendeu a necessidade de se transformar a Cruz Vermelha de Angola numa verdadeira organização de intervenção social por excelência, com vista a colmatar parte dos problemas com que se debatem as comunidades, ajudando e complementando as acções do Governo.
Nesta senda, disse ser imperioso a aproximação e articulação no exercício das acções com os governos provinciais, daí a visita ao Uíge, aonde reuniu com as entidades e avaliou o funcionamento da CVA, que retomou em Novembro de 2018 as acções solidárias, paradas há mais de 12 anos, sobretudo a dos doadores voluntários de sangue aos hospitais locais.
“Vamos reabrir esta campanha daqui a algumas semanas, porque não há sangue nos bancos de urgência. Te-mos de auxiliar para que este produto não falte nas unidades sanitárias da província”, prometeu.

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