Sociedade

Direito de resposta

Ao abrigo do disposto nos artigos 73º e 74º, da Lei n. 1/17, de 23 de Janeiro (Lei de Imprensa), vem, a Igreja Universal do Reino de Deus (doravante IURD), exercer o seu direito de resposta em relação à notícia publicada na edição escrita e on-line do Jornal de Angola, no dia 11 de Janeiro 2020, sob o título "Igreja Universal hasteia bandeira nacional de "cabeça para baixo", na qual a IURD é visada com factos susceptíveis de lesar gravemente a sua reputação e honorabilidade, bem como a dos seus representantes, que adiante melhor se identificarão, razão pela qual aqui exercemos o nosso direito de resposta que se segue:

Fotografia: DR

Ao abrigo do disposto nos artigos 73º e 74º, da Lei n. 1/17, de 23 de Janeiro (Lei de Imprensa), vem, a Igreja Universal do Reino de Deus (doravante IURD), exercer o seu direito de resposta em relação à notícia publicada na edição escrita e on-line do Jornal de Angola, no dia 11 de Janeiro 2020, sob o título "Igreja Universal hasteia bandeira nacional de "cabeça para baixo", na qual a IURD é visada com factos susceptíveis de lesar gravemente a sua reputação e honorabilidade, bem como a dos seus representantes, que adiante melhor se identificarão, razão pela qual aqui exercemos o nosso direito de resposta que se segue:
1. O conteúdo da peça jornalística publicada no Jornal de Angola, na edição de 11 de Janeiro de 2020 (doravante "Noticia") é susceptível de lesar gravemente a reputação e honorabilidade da IURD e dos seus representantes, uma vez que conduz os leitores à conclusão falsa de que a forma como a bandeira angolana foi elevada traduz um acto intencional de desrespeito ao povo angolano e às suas instituições.
2. A IURD lamenta não ter o autor da notícia contactado os seus responsáveis de forma a terem oportunidade de exercer o contraditório antes da respectiva publicação, o que, teve por consequência, a omissão da verdade e do circunstancialismo que levou à forma como a bandeira foi hasteada.
3. Como bem sabe - ou devia ter procurado saber - o autor da notícia, o levantar da bandeira angolana teve como finalidade fazer uma oração pela República de Angola, abençoando o país, os seus governantes, as instituições e o seu povo, na certeza de que Deus ouviria este clamor. Esta oração consta aliás no post de facebook a que o autor da notícia teve acesso e cujo conteúdo escolheu lamentavelmente omitir dos leitores.
4. A referida oração foi feita em condições meteorológicas muito adversas - como aliás é notório no aludido vídeo - sob um vento muito forte e com uma temperatura de - 2 graus, tendo este circunstancialismo - e apenas este - contribuído para o facto de não ter sido notada a posição em que a bandeira se encontrava.
5. A IURD lamenta o sucedido, na certeza de que a sua intenção foi a de orar pelo povo angolano, tendo, de resto, na reunião que teve lugar no dia 12, pelas 10h00, levantado a bandeira correctamente e cantado o hino angolano em comunhão total com os fiéis, sinalizando, para que não fiquem dúvidas, o profundo respeito que tem pela nação e povo angolano.

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