Sociedade

Escola Superior de Guerra apresenta novos quadros

Manuela Gomes

O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA) recomendou ontem, em Luanda,  aos re-cém-formados pela Escola Superior de Guerra a persistirem na investigação científica a fim de aumentarem os conhecimentos no domínio da arte militar.

Fotografia: Santos Pedro | Edições Novembro

Egídio de Sousa Santos, que presidiu à cerimónia de encerramento do ano académico 2018 da Escola Superior de Guerra, na qual foram outorgados diplomas a mais de 80 finalistas, afirmou que a evolução da ciência e da tecnologia impõe o dever de aumento  do aperfeiçoamento e adaptação às novas exigências da guerra e dos desafios inerentes às operações de manutenção de paz. 
Os mais de 80 novos técnicos estão distribuídos pelos cursos de Estratégia e Arte Operativa, de Comando e Direcção, Organização, Asseguramento Moral e Psicológico, de Comando e Estado Maior, Promoção Oficial Superior, Formação de professores, e de línguas portuguesa, inglesa e russa.
O general-de-exército considerou satisfatório o trabalho desenvolvido pela escola, que, como afirmou, tem cumprido com a missão de formar quadros militares nacionais e de “países amigos” de Angola.
Egídio de Sousa Santos adiantou que os formados são “quadros militares que assumem cargos de comando e direcção e de chefia, aos quais recai a responsabilidade de contribuírem para a manutenção do poder de dissuasão das FAA, garantindo a defesa da integridade territorial e da segurança nacional”.

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