Sociedade

Inquérito avalia níveis de prevalência de doenças

Victória Ferreira

O segundo Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) 2020 vai permitir avaliar os níveis de prevalência do VIH/Sida, malária e outros indicadores que visam concretizar os programas do Governo, na melhoria do modo de vida das populações.

Programa irá disponibilizar indicadores sociodemográficos sobre fecundidade
Fotografia: kindalaq Manuel | Edições Novembro

A informação foi avançada ontem, em Luanda, pelo director do Instituto Nacional de Estatística (INE), Camilo Ceita, durante a apresentação do programa de IIMS 200, que terá a duração de cinco meses e conta com a participação de vários parceiros.
Camilo Ceita disse que o programa irá disponibilizar indicadores sociodemográficos sobre fecundidade, mortalidade materna e das crianças menores de cinco anos, saúde reprodutiva e a prevalência do VIH/Sida. 
O programa também prevê dar a conhecer atitudes relacionados com o VIH/Sida e outras infecções sexualmente transmissíveis, malária, anemia e violência doméstica. O inquérito de saúde será feito com base no recurso de recolha de dados biométricos e por amostra de sangue.
De acordo com o director do Instituto Nacional de Estatística, o programa constitui numa das principais fontes de informação sobre saúde e está orçado em nove milhões e quinhentos mil dólares. 
Informou, por outro lado, que o IIMS 200 será a combinação do quinto inquérito de indicadores múltiplos com a segunda inquirição demográfica e de saúde. Acrescentou que ambos os programas permitirão alcançar benefícios, maximizando o uso de recursos humanos e financeiros, além da produção de indicadores de interesse que vão permitir intervenções do Executivo. Camilo Ceita disse que estas informações vão contribuir para o fortalecimento dos processos de planificação do Plano Nacional de Desenvolvimento Sanitário para 2012-2022 (PNDS 2012-2025) e do Plano de Desenvolvimento Nacional para 2018-2022 (PDN 2018-2022).
A recolha de dados do IIMS 2020 está prevista para Maio do próximo ano e terá a duração de cinco meses e deverá contar com a coordenação do INE, em estreita colaboração com o Ministério da Saúde e assistência técnica eparceiros internacionais.

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