Sociedade

Luanda intensifica luta anti-vectorial

Mazarino da Cunha

A melhoria das condições higiénico-sanitário dos municípios, a expansão e adequação dos centros de saúde e o acesso aos serviços de sensibilização, diagnóstico e tratamento foram as estratégias apontadas ontem, pelo Governo da Província de Luanda, para em seis meses reduzir a mortalidade por malária.

A campanha em Luanda vai durar seis meses
Fotografia: Domingos Cadência | Edições Novembro

A “Operação Malária” foi lançada ontem, no Distrito Urbano do Rangel, enquadra-se no programa do Governo Provincial de Luanda e tem por objectivo intensificar em todos os municípios a luta anti-vectorial.
Em Angola, a malária é um problema de Saúde Pública e a primeira causa de morbi-mortalidade perinatal, abortos, partos prematuros e de baixo peso ao nascer, de anemia em mulheres grávidas e de mortalidade materna.
A presidente da Comissão Administrativa da Cidade de Luanda, Antónia Nelumba, disse que o sucesso da “Operação Malária” dependerá do envolvimento de todos e não apenas das administrações distritais e municipais ou ainda das unidades hospitalares.
Em 2018, Luanda registou 1.179.415 casos de malária, dos quais 8.080 resultaram em óbitos, frisou Antónia Nelumba que considera preocupante o número de novos caos que são diariamente diagnosticados, nas várias unidades hospitalares da capital.
Foram distribuídos 1500 mosquiteiros e dezenas de motorizadas para a fumigação.

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