Sociedade

Polícia Nacional cria parcerias na luta contra tráfico de marfim

Marcelo Manuel | Ndalatando

A Polícia Nacional está a desenvolver um trabalho de investigação com  congéneres de vários países, principalmente do continente asiático e europeus, no sentido de desmantelar as redes envolvidas no tráfico de marfim e branqueamento de capitais e levar os criminosos à Justiça.

O Serviço de Investigação Criminal está atento à movimentação dos traficantes em Angola
Fotografia: Nilo Mateus-Kwanza-Norte|EDIÇÕES NOVEMBRO

A informou foi dada quarta-feira, em Ndalatando, pelo director geral dos Serviços de Investigação Criminal  (SIC), comissário-chefe Eugénio  Alexandre.
“O tráfico de marfim é uma prática nova em Angola e é incitada por cidadãos estrangeiros que aliciam os nacionais para o abate indiscriminados de elefantes”, disse Eugénio  Alexandre, que informou que vários indivíduos já estão detidos, mas por estarem associados a uma rede transnacional, há necessidade de  continuar com as investigações.
Durante a sua estada no Cuanza Norte,  o director-geral dos Serviços de Investigação Criminal manteve um encontro com os efectivos, aos quais pediu o reforço da prevenção da criminalidade.
“Os órgãos de segurança estão atentos às tentativas de infiltração de cidadãos estrangeiros no processo de registo eleitoral, a adesão ao processo de registo eleitoral   é um direito exclusivo dos cidadãos nacionais e deve decorrer sem qualquer interferência de elementos externos”, explicou Eugénio  Alexandre.
A visita de Eugénio Alexandre ao Cuanza Norte insere-se num périplo a várias províncias do país, com o objectivo de avaliar o   funcionamento e o desempenho dos funcionários dos Serviços de Investigação Criminal.
Em Ndalatando, Eugénio Alexandre manteve um encontro   com o governador provincial do Cuanza Norte, José Maria dos Santos.

Tempo

Multimédia