Sociedade

Projecto Natal Solidário cumpre-se em todo o país

O Titular do Poder Executivo orienta, através de uma circular da Casa Civil, que seja promovida, de 9 a 31 de De-zembro, pelos Órgãos da Administração Pública, uma campanha denominada " Natal Solidário".

Fotografia: Dr

O documento indica que os titulares dos Órgãos de Direcção da Administração Central e Local do Estado (Vice - Presidente da República, ministros de Estado, ministros, governadores provinciais, secretários de Estado, vice-governadores, directores, administradores mu-nicipais, chefes de departa-
mento e administradores comunais), devem realizar uma campanha solidária de recolha de bens de amplo consumo na quadra festiva, dentro das respectivas instituições públicas, para que sejam doados às pessoas mais carenciadas e necessitadas nas respectivas localidades em que funcionem.
A circular indica que poderão contribuir também, voluntariamente, todos os funcionários públicos que livremente desejem fazê-lo. Refere ainda que podem fazer parte dos bens a doar géneros alimentares de consumo habitual nesta época, valores monetários para a sua aquisição, vestuário, calçado, material escolar, produtos de higiene pessoal e outros que satisfaçam ne-cessidades humanas.
"A campanha, a realizar em todo país, deve ser conduzida pelo titular de cada instituição da Administração Pública, observando a cadeia de comando de acordo com a sua respectiva organização hierárquica", diz o documento.
Cada instituição, acrescenta, deve identificar o procedimento mais adequado para a recolha dos bens doados e a entrega às instituições ou pessoas a beneficiar, que livremente escolherem.
O documento refere que a quadra constitui um momento em que as famílias e os angolanos, em geral, partilham de modo fraterno as alegrias e conquistas, bem como avaliam os momentos menos bons do ano que termina.
"A situação económica financeira pela qual o país atravessa recomenda que estreitemos os laços de solidariedade entre nós, através de gestos que, nesta época, apesar de simbólicos, reforcem a vontade e o sentimento de partilha e atenuem as dificuldades daqueles que tenham menos rendimentos para satisfazer as suas necessidades básicas", sublinha.

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