Sociedade

SADC premeia finalistas do concurso de redacção

Os vencedores da 10.ª edição do concurso de redacção das escolas secundárias da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) receberam ontem, em Luanda, os respectivos prémios, numa cerimónia orientada pela ministra da Educação, Ana Paula Elias.

Os três estudantes angolanos receberam prémios ontem
Fotografia: DR

O primeiro classificado, Quitumba Manuel Zinho, da província do Cuanza- Sul, recebeu 500 dólares, um computador e uma impressora, o segundo, Adilson António Muhongo, do Cuanza-Norte embolsou 300 dólares, um computador e uma impressora.
A terceira classificada, Josefina Rita Calei (Benguela), recebeu 200 dólares, um computador e uma impressora. Os três vencedores receberam também um diploma. Segundo o júri do prémio António Viriato, o país ficou em sétimo lugar no concurso regional com o concorrente da província do Cuanza-Norte, estudante da escola Eiffel, posição que espera ser melhorada nas próximas edições.
Em 2010, Angola ocupou a 2.ª posição no concurso.
Ao intervir no acto, a ministra da Educação, Ana Paula Elias, disse que se vai corrigir o que está mal na reforma educativa, para que os alunos do ensino secundário possuam conhecimentos que permitam ombrear com os pares de outros países.
Salientou que o ensino da Língua Inglesa será implementado, a partir do ensino primário para permitir que os estudantes angolanos tenham o seu domínio e que na fase do concurso consigam realizar os seus trabalhos, pois várias matérias são pesquisadas em Inglês.
Esta edição do concurso teve como lema “Como os programas da juventude podem contribuir para o desenvolvimento socioeconómico da região da SADC” e contou com a participação de oito das 18 províncias do país, com 27 redacções.
Na sua mensagem, os vencedores agradeceram o esforço dos professores no acompanhamento dos trabalhos e do apoio dos pais e encarregados de educação durante a fase do concurso.
O concurso de redacção das escolas secundárias da SADC é uma competição regional dos estudantes das escolas dos países-membros, com a finalidade de lhes proporcionar novas oportunidades no aprofundamento dos conhecimentos.

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