Sociedade

TAAG realizou quatro voos para a província de Cabinda

Alexa Sonhi

O porta-voz da companhia aérea de bandeira, Carlos Vicente, disse ao Jornal de Angola que o cancelamento da aeronave deveu-se a uma colisão com um pássaro que circulava na pista.

O responsável  reconheceu os transtornos causados aos passageiros e lembrou que era importante que o aparelho fosse reavaliado  na perfeição, de acordo com as normais internacionais da aviação. 
Sem precisar o número de passageiros que ficaram em terra, com o cancelamento do voo, o responsável explicou que, para se evitar maiores constrangimentos, os que não tinham familiares em Luanda foram todos alojados em unidades hoteleiras situadas nos arredores do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.
Carlos Vicente disse que a TAAG está ciente das responsabilidades que assume com os seus clientes e, caso um voo seja cancelado, a companhia tem a obrigação de informar e alojar todos os passageiros que não tenham onde ir até se encontrar uma solução.
Para evitar outros transtornos, segundo o porta-voz, ontem decidiu-se aumentar mais um serviço para Cabinda, acrescido aos três voos já existentes, totalizando quatro.

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