Sociedade

UAN afirma ser “seguro” sistema de correcção

Manuela Mateus

O período de apresentação de reclamações por candidatos à Universidade Agostinho Neto termina hoje. O porta-voz da instituição académica, Arlindo Isabel, disse, ontem, ao Jornal de Angola que a maioria das reclamações tem a ver com as notas.

Fotografia: Eduardo Pedro | edições novembro

“O sistema de correcção automática é seguro, rigoroso e sério”, garantiu Arlindo Isabel, adiantando que “o aluno pode ver na sua prova onde errou e onde acertou.”
O porta-voz acentuou que todas as notas ficam registadas no sistema de correcção automática e salientou que a Comissão Tecnológica e a Equipa Técnica da Universidade Agostinho Neto estão a atender todos os reclamantes que acharem que os resultados que constam na lista não sejam reais.
Arlindo Isabel frisou que o maior problema de candidatos reprovados e que apresentam reclamações está no facto de não se terem empenhado e admitirem que a culpa seja do sistema de avaliação. Quando lhe foi perguntado sobre o tratamento que a Universidade Agostinho Neto dá às reclamações com fundamentos, Arlindo Isabel disse que, para esses casos, “é evidente que a UAN corrige”, desde que esteja confirmada a existência de erro no sistema de correcção.
Segundo o porta-voz da Universidade Agostinho Neto, o sistema de correcção automática tem, como qualquer outro, uma margem de erro, estimada em 1,2 por cento. “Mas esse erro beneficia o candidato”, acentuou Arlindo Isabel.
Citando o Decreto Presidencial nº 05/19, de 08 de Janeiro, o porta-voz da Universidade Agostinho Neto lembrou que os candidatos podem solicitar a revisão do exame no prazo de 48 horas, a contar da data de afixação dos resultados dos exames de acesso.
Para o acesso à Universidade Agostinho Neto, foram inscritos 32.857 mil candidatos, que disputaram 5.095 vagas, distribuídas pelas nove unidades orgânicas, mais 125 vagas em comparação com o ano académico 2018.

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